O Oscar tornou-se mundialmente
conhecido quando, em Julho de 2007, o dr. David Dosa escreveu um artigo sobre a
sua espantosa capacidade de… prever a morte. E o mais espantoso é que Óscar
nunca estudou medicina, seria estranho que o tivesse feito, pois estamos a
falar de um gato. Foi acolhido ainda muito novo e instalado numa unidade
hospitalar em Rhode Island Hospital (Providence, Estados Unidos da América) que
acolhe e trata de pessoas com demência.
Conta o
médico que assim que acorda, Oscar se põe a fazer a ronda pelos quartos,
visitando os doentes e verificando o seu estado de saúde. A sua ronda é seguida
atentamente por médicos, enfermeiros e pessoal auxiliar. De vez em quando, sobe
para uma cama e deita-se aos pés de um dos doentes. Essa é a dica para a
enfermeira de serviço sai do quarto e vai-se pôr ao telefone a avisar os
familiares da morte iminente do seu familiar.
Na altura
em que escreveu o artigo, o dr. David Dosa garantia que Oscar já havia acertado
no falecimento de 25 utentes daquela unidade de saúde. Da última vez que se
ouviu falar nele, a contagem já ia em 50. As suas capacidades nesta vertente já
lhe valeram a colocação de uma placa de homenagem no hospital e uma merecida
fama em todo o mundo.
Em 2010,
voltou a falar-se de Oscar e, novamente, pela ‘mão’ de David Dosa, que editou
um livro sobre o seu fantástico dom.

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